O Dia Mundial da Criança recebeu atenções da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior. Assinalar a enfemérie foram promovidas diversas acções que incidiram sobre a importância que este dia (todos os dias) tem para o mundo da criança e da familia em geral.Abaixo se insere uma notícia publicada no JM sobre este acontecimento:


 

14_153613- ”O Centro Cívico de Santa Maria Maior acolheu, ontem, um grupo de crianças que foram presenteadas com uma tarde bem diferente. A iniciativa partiu da Junta de Freguesia que quis, desta forma, aproveitar o domingo e levar as pequenitas ao teatro.
Esta iniciativa decorreu no âmbito das comemorações do Dia Mundial da Criança, que se assinala, amanhã, dia 1 de Junho.
O programa teve início no espaço do Centro Cívico para que os jovens ficassem a conhecer o edifício que acolhe as instalações da Junta de Freguesia.
Neste grupo encontravam-se vários elementos do Coro Infantil de Santa Maria Maior, dirigido pela professora Vanessa Câmara, o qual foi criado há dois anos.
Depois de lancharem, as pequenitas receberam uma oferta surpresa. “Cada criança recebeu um talão com um número que a habilitou a uma prenda”, explicou Alberto Casimiro, presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior.
Posteriormente, seguiu-se uma deslocação até o Cine Teatro de Santo António onde o grupo teve oportunidade de presenciar a peça de teatro infantil intitulada “Zé Pateta, Zé Poeta”, levada a cabo pelo TEF - Teatro Experimental do Funchal.
“É sempre engraçado e útil que as crianças, já nesta idade, comecem a interessarem-se pelos diferentes tipos de arte”, apontou Alberto Casimiro, tendo adiantado que “a arte de representar, também, é valiosa e era bom que as crianças ganhem gosto pela actuação e por entrarem em cena, o que é muito bom”.
A freguesia de Santa Maria Maior não escapa aos indicadores da descida da natalidade. Todos os anos, Santa Maria Maior perde população porque “é uma freguesia com características peculiares, vai do mar à serra e tem uma orografia muito acentuada”, explicou.
Esta situação “não permite que os prédios de construção, nomeadamente, os apartamentos cresçam”, frisou. Tendo em conta que “os jovens, quando casam, querem um apartamento” e porque “esta freguesia não dá resposta a essas necessidades, todos os anos vai perdendo alguma população”, frisou. Contudo, reúne um grande número de escolas. In JM 31.05.2010.